Power BI · 2026-10-18

Fontes de recrutamento no Power BI: origens e etapas

Compare fontes de recrutamento no Power BI com candidaturas únicas e critérios claros. Confira atribuição, etapas e limites antes de decidir investimentos.

Fontes de recrutamento no Power BI: origens e etapas

Fontes de recrutamento no Power BI: compare origens

Comparar fontes de recrutamento no Power BI exige saber o que a origem representa e quais candidaturas entram na análise. O canal que trouxe mais inscrições pode ter atendido a vagas diferentes ou recebido mais tempo de divulgação. Sem esse contexto, o volume de registros oferece uma comparação incompleta.

Este roteiro acompanha a contribuição dos canais para etapas de um processo seletivo. Todos os exemplos são hipotéticos. Os indicadores apoiam a revisão de divulgação e operação; a origem de uma candidatura não deve substituir a avaliação individual por critérios profissionais relacionados à vaga.

1. Defina fontes de recrutamento no Power BI sem sobreposição

Crie um cadastro de origens como indicação, portal de vagas, página de carreiras, evento e busca ativa. Separe o canal de aquisição do sistema em que a candidatura foi armazenada. Um cadastro feito na página da empresa pode ter chegado por indicação; misturar os dois conceitos dificultaria interpretar o resultado.

Defina também o nível de detalhe necessário: canal, campanha e ação de divulgação podem ter identificadores próprios. Mantenha uma origem não identificada em vez de distribuir registros ausentes entre os canais conhecidos. Essa categoria mostra a qualidade da captura e impede atribuir contribuição onde não existe evidência suficiente.

2. Escolha a candidatura como unidade da análise

Use uma chave por pessoa e posição, considerando o processo definido pela empresa. A mesma pessoa pode concorrer a duas posições e gerar duas candidaturas válidas, mas reenviar o formulário para a mesma posição não deveria criar automaticamente um novo caso. Preserve os registros recebidos e documente como a consolidação acontece.

Guarde identificador da candidatura, pessoa, posição, data de entrada, origem atribuída e situação atual. Mantenha os eventos de etapa em outra tabela para conservar o histórico. Uma candidatura com cinco eventos continua sendo um caso na base de entrada; contar eventos como inscrições multiplicaria o tamanho de alguns canais.

3. Estabeleça uma regra de atribuição revisável

Escolha qual evidência define a origem principal: a primeira identificação válida, uma informação declarada e conferida ou outro critério aprovado. Guarde o dado recebido e a origem final separadamente. Quando ocorrer uma correção, registre motivo e data para permitir explicar mudanças nos totais já apresentados.

Uma candidatura hipotética começa por um portal e depois recebe contato de um recrutador. Classificar toda interação posterior como busca ativa transferiria a contribuição do canal original. Se a equipe quiser estudar vários contatos, mantenha uma tabela de interações complementar, com uma análise própria, sem duplicar a atribuição principal.

4. Compare vagas e janelas de entrada equivalentes

Agrupe candidaturas por posição ou por conjuntos de vagas com requisitos comparáveis. Considere localidade, modalidade de trabalho e período de divulgação quando essas informações fizerem parte do cadastro. Um canal usado apenas para funções especializadas não deve ser comparado diretamente a outro dedicado a inscrições de alto volume.

Forme grupos pela data de entrada e observe seus resultados até uma referência definida. Uma turma recebida ontem ainda não teve o mesmo tempo para avançar que outra recebida há um mês. Para acompanhar a duração do processo por posição, use a análise de tempo de preenchimento de vagas, preservando a diferença entre posição e candidatura.

5. Defina critérios comuns para o avanço de etapa

Escolha uma etapa com significado consistente, como triagem concluída segundo requisitos registrados da posição. Esclareça se o avanço representa avaliação realizada, requisito atendido ou decisão de seguir no processo. Esses eventos podem ocorrer em momentos diferentes e não devem compartilhar um nome genérico como candidato aprovado.

Preserve os critérios utilizados e quem confirmou o resultado. Se uma campanha recebeu avaliação simplificada e outra exigiu um teste adicional, as taxas não são diretamente equivalentes. A comparação deve mostrar a diferença de procedimento e encaminhar uma revisão, em vez de transformar duas regras distintas em um único ranking de canais.

6. Leia volume e taxa com um exemplo numérico

Considere duas origens hipotéticas para a mesma posição e janela: A gerou oitenta candidaturas, com dezesseis atendendo aos critérios de triagem; B gerou vinte, com oito atendendo aos mesmos critérios. A tem maior volume de candidaturas aptas, enquanto B apresenta maior proporção de aptos entre os registros avaliados nesse exemplo.

As taxas são 20% para A e 40% para B, supondo avaliação concluída para todas as candidaturas incluídas. Mostre os denominadores ao lado dos percentuais. O resultado não demonstra, sozinho, qual canal produzirá melhores contratações em outra vaga nem autoriza tratar a origem como característica de qualidade de cada pessoa.

7. Mantenha pendentes e desistências visíveis

Separe candidaturas avaliadas, ainda pendentes, retiradas pela pessoa e encerradas pela empresa. Se a taxa usa somente avaliadas, nomeie essa base e mostre quantas aguardam decisão. Um canal com fila recente pode parecer melhor ou pior dependendo de quem já conseguiu passar pela triagem até a data da extração.

Registre desistências com data e motivo quando houver informação confirmada. Não transforme falta de resposta em desinteresse presumido sem o tratamento definido no processo. A lista de pendências deve indicar a próxima ação operacional, como conferir contato, concluir avaliação ou corrigir a situação registrada no sistema de recrutamento.

8. Atribua custos apenas com uma base conhecida

Relacione despesas de divulgação a campanha, período e conjunto de posições quando houver vínculo verificável. Separe custos diretamente identificados de despesas compartilhadas. Se uma assinatura atende várias vagas e não existe critério aprovado de distribuição, mantenha esse valor como compartilhado, em vez de inventar um custo preciso por candidatura.

Uma comparação gerencial pode mostrar custo identificado por candidatura avaliada ou por contratação concluída, desde que os nomes indiquem a base utilizada. Apresente também o gasto ainda sem atribuição. As taxas de avanço ajudam a investigar a operação, mas não explicam automaticamente o retorno financeiro de contratar por um canal específico.

9. Acompanhe a integração sem prometer causalidade

Se houver vínculo confirmado entre candidatura e admissão, acompanhe marcos de onboarding dos admitidos. Mostre quantas pessoas tiveram tempo suficiente para cada marco e mantenha os casos ainda em andamento identificados. Um grupo recente não deve receber resultado final antes da janela de observação necessária.

A análise de retenção por coorte de admissões pode complementar a revisão. Diferenças posteriores também podem envolver função, liderança, condições da vaga e integração. Use os achados como hipóteses para investigar o processo, evitando atribuir todo resultado de permanência à origem da candidatura.

10. Libere o painel com uma conferência de rastreabilidade

Teste candidatura reenviada, pessoa em duas posições, origem corrigida e campanha sem identificação. Confira se o total por origem fecha com a base de candidaturas e se os pendentes continuam visíveis. Disponibilize detalhe nominal somente ao público responsável pelo processo e prefira consolidações nas reuniões de divulgação mais ampla.

O modelo editável de RH apresenta indicadores de pessoas, benefícios e treinamento. Este roteiro exige acrescentar candidaturas, etapas, posições e origens; não se deve presumir uma análise de recrutamento já incluída. A revisão deve terminar com ações sobre captura, divulgação e pendências, sustentadas pelos registros que a equipe consegue conferir.